Elaeu um dia reencontrou sua criança
Elaeu, sua cria
Elaeu, sua dança
Elaeu se lança
Um dia Elaeu alcança
caminha bordadeira de suas andanças
nos fios: a trança
Elaeu nas fronteiras de esperanças
num mesmo lugar Elaeu balança
Elaeu a noite se torna cria de sua dança
Mulher Temporina Antiga
espaço de cartas, dedicadas aos que vieram antes de mim, do além de mim...daqueles que gestaram as palavras e compuseram as melodias do meu trilhar, nasci. Das reticências diárias crio a dança, saio a procura do tempo a ser descrito a cada momento vivo que se faz antigo...
8.5.13
3.5.13
30.4.13
11.4.13
E's
das partes de mim que se encontram
delas faço surgir desencontros
do outro lado da margem: o outro
o que no outro sou acesso?
o que no outro me manifesto?
nesses re-caminhos vividos,
as camadas vão se refazendo
se recriando e re-tendo
quantos "e's"são necessários para somar as fronteiras aquilo que do outro em mim desconheço?
delas faço surgir desencontros
do outro lado da margem: o outro
o que no outro sou acesso?
o que no outro me manifesto?
nesses re-caminhos vividos,
as camadas vão se refazendo
se recriando e re-tendo
quantos "e's"são necessários para somar as fronteiras aquilo que do outro em mim desconheço?
7.4.13
sercular
da primeira vez que me vi célula, era só silêncio
só
explosão de claridade na profundidade escuridão
são
a cada respiração, entonação, fios me teciam
ação
jornada a dentro, eu me adentro
jorro
lágrimas de cores vulcânicas cachoreiravam de mim
marcando o caminho, abrindo espaço
compasso
eu célula diante de minha dimensão secular
a existência é o que há de mais sútil neste viver
só
explosão de claridade na profundidade escuridão
são
a cada respiração, entonação, fios me teciam
ação
jornada a dentro, eu me adentro
jorro
lágrimas de cores vulcânicas cachoreiravam de mim
marcando o caminho, abrindo espaço
compasso
eu célula diante de minha dimensão secular
a existência é o que há de mais sútil neste viver
Assinar:
Postagens (Atom)